Memórias e Histórias (2000-2007)

Os comunicadores do Underground: Fanzines e fanzineiros

Sem desmerecer todo e qualquer apoio dos veículos de comunicação comerciais. Gratidão aos que, mesmo batendo de frente com os chefes de redação, divulgaram o trabalho dos selos e dos produtores independentes.

Por outro lado, uma galera competente e, na maioria das vezes, financiando cópias (xerox) e dedicando horas na produção de diversos Fanzines em todas as regiões do Brasil e pelo mundo, são os verdadeiros comunicadores e responsáveis pelo compartilhamento da música pesada subterrânea para as nações com o Sangue Underground.

No Recife e em Pernambuco, dois guerreiros das laudas “zineiras” e que se tornaram grandes amigos, mandaram os recados: Tadeu (Recife) e Valterlir (Macaparana/PE).

Exemplares das duas primeiras edições do TURVO ZINE. (Imagens compartilhadas pelo editor, o citado Tadeu).

Sim, e irei compartilhar também, outras menções sobre a Moondo Records publicadas em fanzines e afins. Iniciaremos com o relato de Tadeu. Um brother que sempre frequentou shows, gente fina ao extremo e que permanece atuante na cena, com um selo underground, De Profundis Productions e, nas palavras do próprio, teve como referência o trabalho da Moondo Records:

Cara, falar da Moondo Records me trás muitas recordações. Na época editava meu primeiro fanzine, o ‘As Leituras do Corvo’, e tive um grande suporte por parte do Selo. Fora os ótimos eventos organizados pela mesma como o Stay Death, Warriors Of Destruction… A cena Underground em Recife foi bastante movimentada pela Moondo. Lançou bandas fodidas de nossa cena como a Recidivus e Anthropophagical Warfare. O selo fez história. (Tadeu Ricardo).

Divulgação underground do trabalho da Moondo Records, no TURVO ZINE.

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